{"id":144,"date":"2026-08-06T21:24:43","date_gmt":"2026-08-06T21:24:43","guid":{"rendered":"https:\/\/barrieiro.boleima.pt\/?page_id=144"},"modified":"2026-08-31T11:42:59","modified_gmt":"2026-08-31T11:42:59","slug":"roteiros-e-territorio","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/barrieiro.boleima.pt\/en\/experiencias\/roteiros-e-territorio\/","title":{"rendered":"Roteiros e Territ\u00f3rio"},"content":{"rendered":"<div class=\"wpb-content-wrapper\"><div data-parent=\"true\" class=\"vc_row row-container\" id=\"row-unique-0\"><div class=\"row no-top-padding no-bottom-padding no-h-padding limit-width row-parent\"><div class=\"wpb_row row-inner\"><div class=\"wpb_column pos-top pos-center align_left column_parent col-lg-12 single-internal-gutter\"><div class=\"uncol style-light\"  ><div class=\"uncoltable\"><div class=\"uncell no-block-padding\" ><div class=\"uncont\" ><div class=\"vc_row row-internal row-container\"><div class=\"row row-child\"><div class=\"wpb_row row-inner\"><div class=\"wpb_column pos-top pos-center align_center column_child col-lg-12 single-internal-gutter\"><div class=\"uncol style-spec style-dark\" ><div class=\"uncoltable\"><div class=\"uncell no-block-padding\" ><div class=\"uncont\" ><div class=\"uncode-single-media  text-left\"><div class=\"single-wrapper\" style=\"max-width: 100%;\"><div class=\"tmb tmb-light  tmb-media-first tmb-media-last tmb-content-overlay tmb-no-bg\"><div class=\"t-inside\"><div class=\"t-entry-visual\"><div class=\"t-entry-visual-tc\"><div class=\"uncode-single-media-wrapper\"><img decoding=\"async\" class=\"wp-image-361\" src=\"https:\/\/barrieiro.boleima.pt\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/roteiros-e-territorio_header.jpg\" width=\"1920\" height=\"449\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/barrieiro.boleima.pt\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/roteiros-e-territorio_header.jpg 1920w, https:\/\/barrieiro.boleima.pt\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/roteiros-e-territorio_header-300x70.jpg 300w, https:\/\/barrieiro.boleima.pt\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/roteiros-e-territorio_header-1024x239.jpg 1024w, https:\/\/barrieiro.boleima.pt\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/roteiros-e-territorio_header-768x180.jpg 768w, https:\/\/barrieiro.boleima.pt\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/roteiros-e-territorio_header-1536x359.jpg 1536w, https:\/\/barrieiro.boleima.pt\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/roteiros-e-territorio_header-18x4.jpg 18w, https:\/\/barrieiro.boleima.pt\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/roteiros-e-territorio_header-350x82.jpg 350w, https:\/\/barrieiro.boleima.pt\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/roteiros-e-territorio_header-uai-720x168.jpg 720w, https:\/\/barrieiro.boleima.pt\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/roteiros-e-territorio_header-uai-1032x241.jpg 1032w\" sizes=\"(max-width: 1920px) 100vw, 1920px\" \/><\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div><\/div><\/div><\/div><\/div><div class=\"vc_custom_heading_wrap\"><div class=\"heading-text el-text\" ><h1 class=\"custom fontsize-175972-custom font-size-custom\" ><span>Roteiros e Territ\u00f3rio<\/span><\/h1><\/div><div class=\"clear\"><\/div><\/div><div class=\"uncode_text_column\" ><\/p>\n<h2>4 Dias para Descobrir a Regi\u00e3o<\/h2>\n<h3>Dia 1 &#8211; Quinta do Barrieiro, Ammaia, Portagem e Marv\u00e3o<\/h3>\n<p>Manh\u00e3 na Quinta, \u00e0 luz do sol nascente: caminhos de esculturas junto aos lagos e na encosta at\u00e9 ao rochedo. Siga para a Ammaia (museu e ru\u00ednas romanas). Almoce na Portagem e fa\u00e7a um passeio a p\u00e9 \u00e0 ponte quinhentista sobre o Sever, \u00e0 torre medieval e \u00e0 piscina fluvial. Suba a Marv\u00e3o pela cal\u00e7ada medieval, se preferir a p\u00e9, para a vila, o museu municipal, o jardim e o castelo. N\u00e3o perca o p\u00f4r do sol na Torre de Menagem, jantando antes ou depois.<\/p>\n<h3>Dia 2 &#8211; Castelo de Vide e Senhora da Penha<\/h3>\n<p>V\u00e1 pela Alameda dos Freixos (N246-1). Percorra as ruas da vila, a Igreja Matriz de N.\u00aa Sr.\u00aa da Devesa, o castelo, a judiaria, a sinagoga e a Fonte da Vila, com paragem para caf\u00e9 na Pastelaria Sol Nascente ou na Doces &amp; Companhia. \u00c0 tarde, a Ermida da Senhora da Penha (a p\u00e9 apenas se tiver 4 horas) e regresso pela M523, parando no Miradouro da Fonte dos Carvoeiros, plan\u00edcie alentejana e excelente p\u00f4r do sol.<\/p>\n<h3>Dia 3 &#8211; Um dia de natureza<\/h3>\n<p>Comece pela barragem da Apartadura: d\u00ea a volta completa \u00e0s margens, iniciando pelo lado esquerdo do pared\u00e3o, junto ao contentor met\u00e1lico verde. Siga para a cascata de S\u00e3o Juli\u00e3o. Almoce em Alegrete e conhe\u00e7a a vila medieval e o castelo. Se sobrar tempo, visite o Pego do Inferno. Leve fato de banho.<\/p>\n<h3>Dia 4 &#8211; Portalegre e o pico da serra<\/h3>\n<p>V\u00e1 pela estrada da Ribeira de Nisa e Monte Paleiros. De manh\u00e3: Museu da Tape\u00e7aria Guy Fino, castelo e S\u00e9; havendo tempo, o Museu Robinson ou a Casa-Museu Jos\u00e9 R\u00e9gio. \u00c0 tarde, suba ao pico da Serra de S\u00e3o Mamede pela estrada do Sal\u00e3o Frio. Na descida, vire \u00e0 esquerda no primeiro cruzamento at\u00e9 \u00e0 indica\u00e7\u00e3o Ribeira de Arronches (vale Louren\u00e7o, muito verde e de microclima pr\u00f3prio); depois siga para Soverete e Besteiros e, a seguir, Raba\u00e7a e Espanha, at\u00e9 \u00e0s imedia\u00e7\u00f5es da cascata da Cabroeira. Regresso pelo vale de S\u00e3o Juli\u00e3o.<\/p>\n<\/div><div class=\"uncode_text_column\" ><\/p>\n<div class=\"tabela-percursos\">\n<h3>Percursos pedestres sinalizados<\/h3>\n<table>\n<thead>\n<tr>\n<th>Percurso<\/th>\n<th>Refer\u00eancia<\/th>\n<th>Dist\u00e2ncia<\/th>\n<\/tr>\n<\/thead>\n<tbody>\n<tr>\n<td>Castelo de Vide a Marv\u00e3o<\/td>\n<td>PR3 CVD-MRV<\/td>\n<td>9,6 km<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Portagem a Marv\u00e3o<\/td>\n<td>PR1 MRV<\/td>\n<td>11,5 km<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Galegos a Carreiras<\/td>\n<td>PR2 MRV<\/td>\n<td>12 km<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Contrabando do Caf\u00e9<\/td>\n<td>PR4 MRV<\/td>\n<td>5,9 km<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Vale Louren\u00e7o<\/td>\n<td>PR8 PTG<\/td>\n<td>18,8 km<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Alegrete<\/td>\n<td>PR3 PTG<\/td>\n<td>10,7 km<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p class=\"nota\">Folhetos na rece\u00e7\u00e3o ou em <a href=\"https:\/\/www.ccdr-a.gov.pt\/alentejoape\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">www.ccdr-a.gov.pt\/alentejoape<\/a><\/p>\n<\/div>\n<p>\n<\/div><div class=\"uncode_text_column\" ><\/p>\n<h2>O territ\u00f3rio<\/h2>\n<p><strong>Parque Natural da Serra de S\u00e3o Mamede.<\/strong>\u00a0A Quinta fica no seu cora\u00e7\u00e3o. \u00c9 a forma\u00e7\u00e3o montanhosa mais significativa a sul do Tejo e ocupa cerca de 56 000 hectares nos concelhos de Marv\u00e3o, Castelo de Vide, Portalegre e Arronches, marcando a transi\u00e7\u00e3o entre a plan\u00edcie e a serra. As diferen\u00e7as geogr\u00e1ficas criam microclimas que fixaram esp\u00e9cies determinantes para a sua classifica\u00e7\u00e3o. Entre as aves, a \u00e1guia de Bonelli, o grifo e a cegonha-preta. A paisagem \u00e9 feita de cristas quartz\u00edticas (sobretudo junto \u00e0 fronteira e em Castelo de Vide), afloramentos de granito, xisto e calc\u00e1rio, e campos agr\u00edcolas, sendo a agricultura a principal atividade econ\u00f3mica.<\/p>\n<h3><strong>\u00c1gua e miradouros<\/strong><\/h3>\n<p><strong>S\u00e3o Juli\u00e3o:<\/strong>\u00a0queda de cerca de 10 metros no vale do rio X\u00e9vora, com po\u00e7as para refrescar. Estacione junto a 39\u00b018&#8217;57.5&#8243;N, 7\u00b019&#8217;54.3&#8243;W, des\u00e7a por um dos trilhos da direita e siga o som da \u00e1gua, passar\u00e1 por uma antiga pedreira de xisto; cerca de 15 minutos.<\/p>\n<p><strong>Pego do Inferno:<\/strong>\u00a0a mais imponente, junto a Mosteiros, no limite do Parque. Estacione em 39\u00b011&#8217;51.5&#8243;N, 7\u00b017&#8217;06.5&#8243;W, junto ao letreiro de granito, e des\u00e7a pelo trilho da direita, cerca de 5 minutos.<\/p>\n<p><strong>Cabroeira:<\/strong>\u00a0perto da Raba\u00e7a e da fronteira, a cerca de 30 minutos a p\u00e9.<\/p>\n<p><strong>Ribeira de Arronches:<\/strong>\u00a0mais pequena, perto do pico da serra.<\/p>\n<p><strong>Pico da Serra de S\u00e3o Mamede:<\/strong>\u00a0miradouro de 360\u00ba a 1025 metros.<\/p>\n<p><strong>Barragem da Apartadura:<\/strong>\u00a0abastece Portalegre, a 5 km da Quinta. Margens para passear e canoagem.<\/p>\n<h3>Portalegre<\/h3>\n<p>Capital de distrito e outrora cidade de conventos, com sete em atividade, foi onde viveu grande parte da vida o poeta e escritor Jos\u00e9 R\u00e9gio, cuja Casa-Museu se pode visitar.<\/p>\n<p>O\u00a0<strong>castelo<\/strong>, fortificado e reconstru\u00eddo por D. Dinis at\u00e9 ao in\u00edcio do s\u00e9culo XIV, tem tr\u00eas torres: a Torre Norte (a maior) e a Torre Oeste, ligadas por muralha, e a Torre de Menagem, separada pela Rua do Castelo. Da cerca medieval, que teve 12 torres e 8 portas, restam a Porta de Alegrete, a Porta do Crato (Arco do Bispo) e a Porta da Devesa.<\/p>\n<p>A\u00a0<strong>S\u00e9<\/strong>, integrada na Rota das Catedrais, \u00e9 maioritariamente renascentista com elementos barrocos; a constru\u00e7\u00e3o come\u00e7ou em 1556 e demorou cerca de 50 anos. Da heran\u00e7a conventual s\u00e3o visit\u00e1veis o Convento de S\u00e3o Francisco, o Convento de Santa Clara e o Mosteiro de S\u00e3o Bernardo; existem ainda os conventos de Santo Ant\u00f3nio, Santo Agostinho e S\u00e3o Br\u00e1s e o Col\u00e9gio de S\u00e3o Sebasti\u00e3o.<\/p>\n<p>Na\u00a0<strong>ind\u00fastria<\/strong>, a F\u00e1brica Robinson, corticeira detida no s\u00e9culo XIX pela Sociedade Corticeira Robinson Bros, chegou a ser a maior empregadora da cidade e encerrou em 2009. Hoje visita-se o seu N\u00facleo Museol\u00f3gico. Os lanif\u00edcios marcaram a economia entre 1775 e 1800 e a Real F\u00e1brica de Lanif\u00edcios \u00e9 hoje a C\u00e2mara Municipal. Em 1947, Roseta Fino fundou a Manufatura de Tape\u00e7arias de Portalegre; Guy Fino e Manuel Celestino Peixeiro foram os art\u00edfices da primeira tape\u00e7aria, considerada a melhor do mundo pelo artista pl\u00e1stico Jean Lur\u00e7at. Vale ainda a visita ao Museu Municipal.<\/p>\n<p>Nos eventos, destacam-se a Baja Portalegre e a Feira de Do\u00e7aria Conventual e Tradicional, no Convento de Santa Clara ou no de S\u00e3o Bernardo.<\/p>\n<h3>\u00c0 volta na regi\u00e3o<\/h3>\n<p><strong>Crato:<\/strong>\u00a0castelo, Pa\u00e7os do Concelho e Torre do Rel\u00f3gio; muito perto, a Igreja-fortaleza de Santa Maria de Flor da Rosa.<\/p>\n<p><strong>Alter do Ch\u00e3o:<\/strong>\u00a0o castelo e a Coudelaria de Alter, dedicada h\u00e1 mais de 250 anos ao apuramento da ra\u00e7a Alter Real. Uma vez por ano, o Festival de Bal\u00f5es de Ar Quente.<\/p>\n<p><strong>Nisa:<\/strong>\u00a0\u00f3timos queijos, o castelo, a Capela da Miseric\u00f3rdia e a Capela do Calv\u00e1rio.<\/p>\n<p><strong>Elvas (55 km):<\/strong>\u00a0castelo, Aqueduto da Amoreira, Forte da Gra\u00e7a e Forte de Santa Luzia, centro hist\u00f3rico e muralhas classificados pela UNESCO desde 2012. Perto, em Campo Maior, o Centro de Ci\u00eancia do Caf\u00e9 da Delta.<\/p>\n<p><strong>Belver e Alamal (65 km):<\/strong>\u00a0o castelo com vista para o Tejo e os passadi\u00e7os.<\/p>\n<p><strong>Espanha (11,5 km):<\/strong>\u00a0Val\u00eancia de Alc\u00e2ntara (Igreja de N.\u00aa Sr.\u00aa de Rocamador, s\u00e9culos XV a XVII, Igreja de la Encarnaci\u00f3n, Convento de San Bartolom\u00e9 e Bairro G\u00f3tico), Albuquerque (castelo com vista sobre o montado ao p\u00f4r do sol) e, mais longe, C\u00e1ceres e Badajoz.<\/p>\n<\/div><\/div><\/div><\/div><\/div><\/div><\/div><\/div><\/div><\/div><\/div><\/div><\/div><\/div><script id=\"script-row-unique-0\" data-row=\"script-row-unique-0\" type=\"text\/javascript\" class=\"vc_controls\">UNCODE.initRow(document.getElementById(\"row-unique-0\"));<\/script><\/div><\/div><\/div>\n<\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Roteiros e Territ\u00f3rio4 Dias para Descobrir a Regi\u00e3o Dia 1 &#8211; Quinta do Barrieiro, Ammaia, Portagem e Marv\u00e3o Manh\u00e3 na [...]","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":130,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"rs_blank_template":"","rs_page_bg_color":"","slide_template_v7":"","footnotes":""},"class_list":["post-144","page","type-page","status-publish","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/barrieiro.boleima.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/144","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/barrieiro.boleima.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/barrieiro.boleima.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/barrieiro.boleima.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/barrieiro.boleima.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=144"}],"version-history":[{"count":11,"href":"https:\/\/barrieiro.boleima.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/144\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":376,"href":"https:\/\/barrieiro.boleima.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/144\/revisions\/376"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/barrieiro.boleima.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/130"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/barrieiro.boleima.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=144"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}