{"id":146,"date":"2026-08-06T21:30:05","date_gmt":"2026-08-06T21:30:05","guid":{"rendered":"https:\/\/barrieiro.boleima.pt\/?page_id=146"},"modified":"2026-08-06T21:30:05","modified_gmt":"2026-08-06T21:30:05","slug":"por-perto","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/barrieiro.boleima.pt\/en\/a-regiao\/por-perto\/","title":{"rendered":"Por Perto"},"content":{"rendered":"<div class=\"wpb-content-wrapper\"><div data-parent=\"true\" class=\"vc_row row-container\" id=\"row-unique-0\"><div class=\"row limit-width row-parent\"><div class=\"wpb_row row-inner\"><div class=\"wpb_column pos-top pos-center align_left column_parent col-lg-12 single-internal-gutter\"><div class=\"uncol style-light\"  ><div class=\"uncoltable\"><div class=\"uncell no-block-padding\" ><div class=\"uncont\" ><div class=\"uncode-tabs wpb_content_element\" data-interval=\"\"  data-target=\"\"><div class=\"uncode-wrapper tab-container\"><div class=\"vc_tta-tabs-container\"><ul class=\"nav nav-tabs wpb_tabs_nav ui-tabs-nav vc_tta-tabs-list text-center\"><li data-tab-id=\"tab-1786051660-1-58\" data-tab-o-id=\"1786051660-1-58\" class=\"vc_tta-tab active\"><a href=\"#tab-1786051660-1-58\" data-toggle=\"tab\"><span><span><span class=\"\">Portalegre<\/span><\/span><\/span><\/a><\/li><li data-tab-id=\"tab-1786051660-2-61\" data-tab-o-id=\"1786051660-2-61\" class=\"vc_tta-tab\"><a href=\"#tab-1786051660-2-61\" data-toggle=\"tab\"><span><span><span class=\"\">Alegrete<\/span><\/span><\/span><\/a><\/li><li data-tab-id=\"tab-1786051754311-2-2\" data-tab-o-id=\"1786051754311-2-2\" class=\"vc_tta-tab\"><a href=\"#tab-1786051754311-2-2\" data-toggle=\"tab\"><span><span><span class=\"\">Castelo de Vide<\/span><\/span><\/span><\/a><\/li><li data-tab-id=\"tab-1786051776702-3-4\" data-tab-o-id=\"1786051776702-3-4\" class=\"vc_tta-tab\"><a href=\"#tab-1786051776702-3-4\" data-toggle=\"tab\"><span><span><span class=\"\">Marv\u00e3o<\/span><\/span><\/span><\/a><\/li><\/ul><\/div><div class=\"tab-content wpb_wrapper\"><div id=\"tab-1786051660-1-58\" class=\"tab-pane in active fade half-internal-gutter single-block-padding\"><div>\n\t\t\t\t<div class=\"uncode_text_column\" ><p>Outrora cidade de conventos, chegou a ter 7 em atividade. Capital de distrito repleta de hist\u00f3ria. Terra onde viveu a maior parte da sua vida o famoso poeta, escritor e professor Jos\u00e9 R\u00e9gio, onde ter\u00e1 a oportunidade de visitar a sua Casa-Museu Jos\u00e9 R\u00e9gio. O Castelo e a fortaleza de Portalegre, fortificados e reconstru\u00eddos por D. Dinis at\u00e9 ao in\u00edcio do s\u00e9culo XIV, s\u00e3o constitu\u00eddos por 3 torres e ainda possuem parte das suas muralhas originais. A Torre Norte, a de maior dimens\u00e3o e a mais importante para a cidade, e a Torre Oeste encontram-se ligadas por uma das muralhas. A Torre de Menagem est\u00e1 separada pela Rua do Castelo. \u00c9 poss\u00edvel identificar facilmente a cerca urbana medieval, antigamente constitu\u00edda por 12 torres e 8 portas, das quais j\u00e1 s\u00f3 restam 3: a Porta de Alegrete, muito pr\u00f3xima da Pra\u00e7a da Rep\u00fablica, a Porta do Crato ou Arco do Bispo, e a Porta da Devesa, por onde passa a Rua 5 de Outubro, dando depois origem \u00e0 Rua Luiz de Cam\u00f5es. A S\u00e9 de Portalegre, maioritariamente de estilo renascentista e tamb\u00e9m barroco, \u00e9 sem d\u00favida um ponto de visita e est\u00e1 presente na Rota das Catedrais. A sua constru\u00e7\u00e3o teve in\u00edcio em 1556 e foi terminada cerca de 50 anos depois. Como cidade dos conventos, poder\u00e1 visitar o Convento de S\u00e3o Francisco, o Convento de Santa Clara e o Mosteiro de S\u00e3o Bernardo, embora exista ainda o Convento de Santo Ant\u00f3nio, o Convento de Santo Agostinho, o Col\u00e9gio de S\u00e3o Sebasti\u00e3o e o Convento de S\u00e3o Br\u00e1s. A F\u00e1brica Robinson, uma f\u00e1brica corticeira detida no s\u00e9culo XIX pela Sociedade Corticeira Robinson Bros, Lda, chegou a ser a maior empregadora de Portalegre; encerrou em 2009, depois de grandes dificuldades ap\u00f3s o 25 de Abril e, da\u00ed em diante, pelo peso dos anos das instala\u00e7\u00f5es e equipamentos, aos quais faltou a capacidade de renova\u00e7\u00e3o e inova\u00e7\u00e3o. Atualmente poder\u00e1 visitar o N\u00facleo Museol\u00f3gico da F\u00e1brica Robinson (Museu Robinson). Tamb\u00e9m a ind\u00fastria dos lanif\u00edcios foi muito importante para a economia desta cidade entre os anos de 1775 e 1800, entrando em decad\u00eancia na segunda metade do s\u00e9culo XIX. Um dos principais edif\u00edcios da ind\u00fastria foi o da Real F\u00e1brica de Lanif\u00edcios de Portalegre, onde \u00e9 hoje a C\u00e2mara Municipal de Portalegre. J\u00e1 em 1947 foi fundada a Manufatura de Tape\u00e7arias de Portalegre, por Roseta Fino. Guy Fino e Manuel Celestino Peixeiro foram os art\u00edfices da primeira tape\u00e7aria de Portalegre, considerada a melhor do mundo pelo artista pl\u00e1stico Jean Lur\u00e7at. Hoje poder\u00e1 visitar o Museu da Tape\u00e7aria de Portalegre \u2013 Guy Fino. N\u00e3o perca tamb\u00e9m o Museu Municipal de Portalegre, um reposit\u00f3rio de artes, tesouros e hist\u00f3rias da cidade. De eventos, destacam-se a Baja Portalegre, uma das principais competi\u00e7\u00f5es a n\u00edvel nacional de TT, e a Feira de Do\u00e7aria Conventual e Tradicional, realizada geralmente no Convento de Santa Clara ou no Convento de S\u00e3o Bernardo, onde poder\u00e1 provar os diversos doces e licores de origem alentejana.<\/p>\n<\/div><\/div><\/div><div id=\"tab-1786051660-2-61\" class=\"tab-pane fade half-internal-gutter single-block-padding\"><div>\n\t\t\t\t<div class=\"uncode_text_column\" ><p>Alegrete \u00e9 uma bonita e imponente vila do concelho de Arronches, situada no Parque Natural da Serra de S\u00e3o Mamede a uma altitude de 475 m. O seu castelo \u00e9 anterior \u00e0 funda\u00e7\u00e3o de Portugal e ter\u00e1 sido conquistado aos \u00e1rabes por D. Afonso Henriques em 1160. O Castelo \u00e9 o Ex Libris desta vila, a quem D. Dinis concedeu um foral e ordenou a sua reedifica\u00e7\u00e3o. As casas denotam um gosto est\u00e9tico e arquitet\u00f3nico bastante homog\u00e9neo.<\/p>\n<p>Muito pr\u00f3ximo de Alegrete, destacamos, a cerca de 9 km de Arronches, as pinturas rupestres da Lapa dos Gaiv\u00f5es, nas proximidades da aldeia Esperan\u00e7a, um dos mais not\u00e1veis conjuntos de pinturas ao ar livre em Portugal.<\/p>\n<\/div><\/div><\/div><div id=\"tab-1786051754311-2-2\" class=\"tab-pane fade half-internal-gutter single-block-padding\"><div>\n\t\t\t\t<div class=\"uncode_text_column\" ><p>Comummente lhe chamam a Sintra do Alentejo, pela natureza que a rodeia, as \u00e1guas que dela brotam e o bom ar fresco, reconhecendo algumas semelhan\u00e7as com Sintra. A constru\u00e7\u00e3o do seu castelo foi iniciada por D. Afonso Sanches em 1279 e terminada em 1327, j\u00e1 pelo seu irm\u00e3o D. Dinis, ap\u00f3s a sua morte. Desta edifica\u00e7\u00e3o medieval poder\u00e1 visitar a Torre de Menagem, de onde \u00e9 poss\u00edvel ter uma excelente vista sobre a vila, a cerca muralhada urbana e a Porta da Vila. N\u00e3o deixe de visitar a Igreja Matriz de N\u00aa. Sr\u00aa. da Devesa, cujo templo teve origem no s\u00e9culo XIII-XIV, embora tenha sofrido altera\u00e7\u00f5es no s\u00e9culo XVI; foi posteriormente demolida pelo Bispo de Portalegre em 1749, enquanto em 1789 se iniciaram as obras de constru\u00e7\u00e3o de estilo barroco, terminando 84 anos depois, j\u00e1 num per\u00edodo neocl\u00e1ssico. \u00c9 em Castelo de Vide que se engarrafa uma das \u00e1guas minerais naturais mais conhecidas do Pa\u00eds, a \u00e1gua Vitalis; \u00e9 da fonte da mealhada que prov\u00e9m a \u00e1gua da mesma nascente. Outro local a visitar \u00e9 a Fonte da Vila, obra renascentista de estrutura em m\u00e1rmore extremamente elegante, de onde partem 5 ruas, e que foi fundamental no planeamento urbano da antiga judiaria. Visite tamb\u00e9m a Sinagoga e o seu n\u00facleo museol\u00f3gico, mem\u00f3ria do cora\u00e7\u00e3o judaico. A vila \u00e9 bastante movimentada, tem cerca de 2300 habitantes, bastante com\u00e9rcio local, bons restaurantes, e o seu munic\u00edpio \u00e9 bastante din\u00e2mico na cria\u00e7\u00e3o de importantes eventos que lhe d\u00e3o vida. J\u00e1 fora da Vila poder\u00e1 subir at\u00e9 \u00e0 Ermida da Senhora da Penha, a p\u00e9 ou de carro, para ter acesso a uma vista sobre a vila de Castelo de Vide e sobre a magn\u00edfica paisagem entre Norte e Este.<\/p>\n<p>Fora da vila, explore o Megalitismo presente nesta regi\u00e3o. O menir da Meada, considerado o mais comprido da Pen\u00ednsula Ib\u00e9rica, tem cerca de 7,15 m de comprimento total e 1,25 m de di\u00e2metro m\u00e1ximo, elevando-se no solo cerca de 6 m. \u00c9 um dos mais imponentes exemplos megal\u00edticos da regi\u00e3o. Poder\u00e1 tamb\u00e9m conhecer, atrav\u00e9s do percurso pedestre GR41 (grande rota de Castelo de Vide \u2013 61 km), a Necr\u00f3pole Megal\u00edtica dos Coureleiros ou Parque Megal\u00edtico dos Coureleiros, a Anta da Melri\u00e7a, a Anta do Sobral e a Anta do Pai Anes, entre Castelo de Vide e a barragem da P\u00f3voa e Meadas, fenomenais exemplos de arquitetura de \u00e2mbito funer\u00e1rio. Atrav\u00e9s do percurso pedestre PR2 CVD (Percurso da Torrinha \u2013 cerca de 12,8 km), parta \u00e0 descoberta das Antas do Pincho e dos Pombais.<\/p>\n<\/div><\/div><\/div><div id=\"tab-1786051776702-3-4\" class=\"tab-pane fade half-internal-gutter single-block-padding\"><div>\n\t\t\t\t<div class=\"uncode_text_column\" ><p>\u201cDe Marv\u00e3o v\u00ea-se a terra toda\u201d, frase de Jos\u00e9 Saramago no seu livro Viagem a Portugal. A uma altitude de 873 metros, no topo da Serra do Sapoio e de uma crista quartz\u00edtica com uma vista de 360\u00ba deslumbrante, \u00e9 poss\u00edvel ver, por exemplo, grande parte da Serra de S\u00e3o Mamede, terras espanholas ou a serra da Estrela. Tanto o Castelo como a Vila foram fundados por Ibn Marwan (mu\u00e7ulmano natural da Pen\u00ednsula Ib\u00e9rica), que, numa das suas muitas revoltas contra o emir, se estabeleceu no topo desta crista rochosa e iniciou as suas constru\u00e7\u00f5es entre 876 e 877. Hoje, uma vez por ano, realiza-se o festival isl\u00e2mico de nome Al Mossassa, que celebra o seu fundador e que se torna uma oportunidade \u00fanica de \u201cregressar\u201d ao s\u00e9culo IX. Aqui poder\u00e1 visitar o castelo, as muralhas da vila, a Porta de R\u00f3d\u00e3o, a Porta da Vila, a Torre de Menagem, a Cisterna Grande, o jardim, o Museu Municipal de Marv\u00e3o na Igreja de Santa Maria e o Convento e Igreja de N\u00aa. Sr\u00aa. da Estrela. Dentro da Vila poder\u00e1 disfrutar de \u00f3timos restaurantes e do com\u00e9rcio local. Passe pela Mercearia de Marv\u00e3o para conhecer e comprar alguns dos \u00f3timos produtos que aqui se produzem. Hoje, no seu burgo murado, realiza-se uma vez por ano o Festival Internacional de M\u00fasica de Marv\u00e3o (FIMM), um festival de m\u00fasica cl\u00e1ssica ao mais alto n\u00edvel art\u00edstico num cen\u00e1rio de elevada beleza natural e cultural. Tamb\u00e9m uma vez por ano poder\u00e1 participar no Festival Internacional de Cinema de Marv\u00e3o Periferias, onde pode assistir a cinema ao ar livre em cen\u00e1rios \u00fanicos. Pelo S\u00e3o Martinho (11 de novembro) \u00e9 poss\u00edvel visitar a feira da Castanha, evento que se realiza na Vila de Marv\u00e3o e onde poder\u00e1 provar os produtos da terra, dos artes\u00e3os locais, e toda a gastronomia envolvendo a castanha. A produ\u00e7\u00e3o de castanha na regi\u00e3o \u00e9 bastante comum, sendo este o ponto mais a sul do Pa\u00eds onde se produz. \u00c9 no Porto da Espada que \u00e9 poss\u00edvel observar alguns dos castanheiros centen\u00e1rios, autenticamente esculturais.<\/p>\n<p>A vila e as montanhas escarpadas est\u00e3o inscritas na lista de candidatos a Patrim\u00f3nio Mundial da UNESCO desde 2000.<\/p>\n<p>Saia da Vila de Marv\u00e3o e v\u00e1 at\u00e9 \u00e0 Beir\u00e3, onde poder\u00e1 conhecer a antiga esta\u00e7\u00e3o de comboios Marv\u00e3o-Beir\u00e3, um edif\u00edcio composto por plataforma de passageiros e vias f\u00e9rreas, com edif\u00edcios de utiliza\u00e7\u00e3o comercial. A cobertura da plataforma de passageiros assenta em pilares de granito; a fachada principal \u00e9 composta por pain\u00e9is de azulejos policromos, do pintor Jorge Cola\u00e7o, com alus\u00e3o a v\u00e1rios monumentos nacionais, aos trajes regionais de Marv\u00e3o e \u00e0s praias da Figueira da Foz e da Nazar\u00e9. J\u00e1 que aqui est\u00e1, aventure-se numa experi\u00eancia \u00fanica de pedalar sobre as linhas f\u00e9rreas numa bicicleta\/carro atrav\u00e9s do \u201cRail Bike Marv\u00e3o\u201d e assim conhecer parte da linha entre as paisagens do Parque Natural da Serra de S\u00e3o Mamede.<\/p>\n<p>Na Portagem poder\u00e1 conhecer a ponte romana por onde passa o Rio Sever. \u00c9 uma ponte quinhentista que ter\u00e1 sido constru\u00edda reaproveitando materiais de uma primitiva ponte romana, assente em arcos de volta perfeita; estima-se que date do s\u00e9culo XVI. A cerca de 20 m da ponte observar\u00e1 a Torre da Portagem, sendo aqui o local de cobran\u00e7a aos mercadores que passavam diariamente com os seus produtos. Tamb\u00e9m neste lugar poder\u00e1 usufruir da piscina fluvial de \u00e1gua natural do rio Sever, onde, no ver\u00e3o, h\u00e1 um espa\u00e7o fant\u00e1stico para se estar e dar um mergulho em \u00e1guas frescas. Um dos passeios pedestres mais interessantes na regi\u00e3o \u00e9 a Cal\u00e7ada Medieval de Marv\u00e3o, que faz a liga\u00e7\u00e3o entre o Convento de Nossa Senhora da Estrela e a Portagem. \u00c9 uma excelente zona para a pr\u00e1tica do Geocaching. \u00c9 na EN246-1 que poder\u00e1 observar os freixos pintados com listas de cal branca: s\u00e3o cerca de 1,1 km de 250 freixos lado a lado com a estrada, que criam um efeito memor\u00e1vel da sua passagem, comummente chamada Alameda dos Freixos.<\/p>\n<p>Uma das mais importantes heran\u00e7as deixadas pelo imp\u00e9rio Romano na sua passagem por Portugal \u00e9, sem d\u00favida, a cidade romana de Ammaia. Aqui \u00e9 poss\u00edvel visitar as ru\u00ednas, o museu com um imenso esp\u00f3lio recolhido nos trabalhos de escava\u00e7\u00e3o arqueol\u00f3gica e visualizar o document\u00e1rio \u201cAmmaia, a roman town in Lusit\u00e2nia\u201d para ter uma no\u00e7\u00e3o do que ter\u00e1 sido este aglomerado urbano.<\/p>\n<p>As Caleiras da Escusa s\u00e3o um excelente ponto de visita; \u00e9 composto por 19 fornos de cal na zona da Escusa, entre Castelo de Vide e Portagem, dos quais 9 se encontram a cerca de 1 km a Sudeste da Aldeia. Foram utilizados para o fabrico de uma das mat\u00e9rias mais importantes e t\u00edpicas da constru\u00e7\u00e3o no Alentejo. Estes fornos estiveram em utiliza\u00e7\u00e3o at\u00e9 h\u00e1 bem poucas d\u00e9cadas. Na Quinta do Barrieiro utilizamos a cal para revestimento das paredes e por ser considerada um excelente protetor, prevenindo o aparecimento de fungos e bact\u00e9rias. Relativamente perto poder\u00e1 tamb\u00e9m encontrar a parede de escalada de rocha natural, excelente para a pr\u00e1tica da atividade.<\/p>\n<\/div><\/div><\/div><\/div><\/div><\/div><\/div><\/div><\/div><\/div><\/div><script id=\"script-row-unique-0\" data-row=\"script-row-unique-0\" type=\"text\/javascript\" class=\"vc_controls\">UNCODE.initRow(document.getElementById(\"row-unique-0\"));<\/script><\/div><\/div><\/div>\n<\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"PortalegreAlegreteCastelo de VideMarv\u00e3o Outrora cidade de conventos, chegou a ter 7 em atividade. Capital de distrito repleta de hist\u00f3ria. Terra [...]","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":130,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"rs_blank_template":"","rs_page_bg_color":"","slide_template_v7":"","footnotes":""},"class_list":["post-146","page","type-page","status-publish","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/barrieiro.boleima.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/146","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/barrieiro.boleima.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/barrieiro.boleima.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/barrieiro.boleima.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/barrieiro.boleima.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=146"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/barrieiro.boleima.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/146\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":147,"href":"https:\/\/barrieiro.boleima.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/146\/revisions\/147"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/barrieiro.boleima.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/130"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/barrieiro.boleima.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=146"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}